Diagnóstico e Projetos Inteligentes
Diagnóstico detalhado e projetos que mapeiam todo o escopo técnico, identificando caminhos críticos para uma execução assertiva sem retrabalho.
Soluções de engenharia executiva para trabalhos em altura em operações industriais.
Nossa solução
Há mais de 12 anos no mercado, o Grupo Latitud consolida o Método LAT 360°, processo robusto que começa no levantamento técnico em campo e no memorial de cálculo estrutural. Atuamos desde instalações pontuais de pontos de ancoragem a projetos integrados de linhas de vida, escadas e passarelas, com fabricação própria e documentação completa para auditoria do MTE e processos de certificação.
Nossos serviços
Atuação com escopo, entregáveis e base normativa distintos. Projeto executivo, memorial de cálculo, fabricação, instalação e laudo com ART em cada uma delas. Confira todos os serviços:
O ponto de ancoragem é o elemento estrutural central de qualquer sistema de proteção contra quedas. A capacidade de absorver e redistribuir a carga de arrancamento gerada em uma queda de trabalho depende do dimensionamento estrutural do substrato (concreto protendido, perfil metálico, treliça ou cobertura trapezoidal) e da especificação correta do dispositivo para cada condição de uso. O processo inclui levantamento das condições estruturais in loco, definição do tipo de dispositivo adequado à aplicação (olhal forjado multidirecional, ancoragem embutida ou ancoragem removível para taludes), dimensionamento de cargas conforme os requisitos da NBR 16325 e emissão do laudo técnico com ART do engenheiro responsável. Cada ponto instalado é rastreável, documentado e inspecionável, com ciclo de revalidação periódica estabelecido na entrega do sistema. Contextos de uso: instalação em estruturas metálicas, concreto e coberturas industriais, adequação de planta a NR 35, composição de escopo para CAPEX de segurança e atendimento a requisitos de auditoria do MTE.
Análise estrutural do substrato e mapeamento dos pontos de ancoragem necessários por área de trabalho.
Dimensionamento das forças de arrancamento, esforços dinâmicos e capacidade de carga por ponto.
Documentação técnica com especificação de materiais, bitolas e métodos de instalação.
Pontos de ancoragem certificados conforme NBR 16325, instalados pela equipe técnica própria.
Documento de conformidade normativa assinado por engenheiro registrado no CREA/CFT.
Linhas de vida são sistemas de ancoragem contínua que mantêm o trabalhador conectado a um ponto de ancoragem ativo durante o deslocamento em ambientes elevados. A especificação do sistema — flexível em cabo de aço (Tipo C) ou rígido em trilho metálico (Tipo D) — é determinada pela análise de variáveis técnicas: geometria do trajeto, número de usuários simultâneos, tipo de intervenção e frequência de uso. Os sistemas são projetados e instalados para os principais ambientes industriais: coberturas metálicas (trapezoidal, zipada, termoacústica e pré-moldada), caminhos de ponte rolante, passarelas elevadas, taludes industriais, fachadas e entorno de equipamentos de grande porte. Cada sistema inclui absorvedores de energia dimensionados para o vão, com força de impacto transmitida ao trabalhador dentro dos limites normativos. Para coberturas em operação contínua, o planejamento de instalação considera a interferência zero nas operações da planta, com cronograma definido em conjunto com a equipe responsável pela manutenção. Contextos de uso: adequação de coberturas, pontes rolantes e passarelas elevadas, projetos de CAPEX de segurança, adequação a NR 35 e continuidade operacional da planta durante a execução.
Tipo de linha de vida, número de vãos, posicionamento dos intermediários e especificação do absorvedor.
Tensão de pré-estiramento, flecha máxima, carga nos pontos terminais e intermediários e zona livre de queda.
Quando necessário, fabricação sob medida de colunas, pórticos, cavaletes e estruturas de ancoragem.
Instalação pela equipe técnica própria com supervisor de trabalho em altura NR 35 habilitado.
Documentação completa para arquivo de SESMT, incluindo capacidade máxima de usuários simultâneos e restrições de uso.
Em plantas industriais de grande porte, a exposição ao risco de queda ocorre ao longo de toda a rota de acesso, não apenas no ponto de trabalho. Escadas sem dispositivo de linha de vida vertical, passarelas sem guarda-corpo dimensionado e interligações entre níveis sem transição contínua de proteção são não conformidades com a NR 35 que frequentemente não constam no escopo de projetos de adequação parcial. O escopo deste serviço abrange a infraestrutura de acesso integrada ao sistema de proteção contra quedas, cobrindo a rota completa do trabalhador, do nível do piso ao ponto de manutenção elevado. Isso inclui escadas tipo marinheiro com linha de vida vertical integrada (cabo de aço ou trilho rígido), guarda-corpos conforme ABNT NBR 14718, plataformas de trabalho fixas, passarelas com piso antiderrapante e interligações entre coberturas. A integração entre infraestrutura de acesso e sistema de proteção elimina descontinuidades de proteção na rota — trechos em altura sem ancoragem ativa que geralmente resultam de projetos desenvolvidos por partes, sem visão do percurso completo. Contextos de uso: adequação integral de planta à NR 35, eliminação de descontinuidades de proteção em rota, projetos de CAPEX de infraestrutura de segurança e atendimento a auditorias MTE e ISO 45001.
Identificação de todos os trechos com exposição ao risco de queda na rota completa até o ponto de trabalho.
Dimensionamento de escadas, guarda-corpos, passarelas e dispositivos de linha de vida vertical em conjunto.
Fabricação própria de escadas, plataformas e passarelas com acabamento anticorrosivo adequado ao ambiente industrial.
Conexão com sistemas de ancoragem já instalados ou simultânea à instalação de novos pontos e linhas de vida.
Documentação técnica cobrindo a rota completa de acesso, não apenas o ponto de trabalho final.
Método de Trabalho
Cada sistema de proteção contra quedas segue um processo estruturado em cinco etapas com responsabilidades e entregas definidas antes do início de qualquer execução em campo.
Reunião com Engenheiro de Manutenção e/ou SESMT para entendimento das condições operacionais, restrições de acesso e objetivos do projeto.
Levantamento técnico completo: inspeção visual, mapeamento das estruturas e planejamento da obra.
Memorial descritivo, quantitativo por m², especificações de materiais, plano de remoção quando aplicável e cronograma físico-financeiro alinhado à operação.
Mobilização e execução em campo por equipe especializada com supervisão in loco. Acompanhamento por RDO digital.
Entrega de toda a documentação técnica referente ao projeto executado (DataBook) com memorial de cálculo e ART.
NR's que Atendemos
Cada serviço que executamos é planejado e realizado em estrita observância às normas regulamentadoras e técnicas vigentes, garantindo segurança para os trabalhadores em campo, para as estruturas atendidas e para os gestores responsáveis por cada obra.
Obriga a elaboração do PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos), garantindo que cada intervenção no telhado tenha seus riscos antecipados e mitigados.
Define diretrizes de ordem administrativa e de planejamento para a implementação de medidas de controle e sistemas preventivos de segurança em canteiros e manutenções.
Especifica os requisitos e métodos de ensaio para dispositivos de ancoragem (como linhas de vida) destinados à proteção contra quedas em telhados.
Regulamenta o procedimento para execução de trabalhos em altura utilizando cordas para inspeções e limpezas em coberturas de difícil acesso.
Estabelece condições de segurança e resistência para guarda-corpos, essenciais para a proteção coletiva em perímetros de telhados e passarelas.
Norma internacional que atesta que a empresa segue processos globais para reduzir riscos no ambiente de trabalho e melhorar o bem-estar dos colaboradores.
Entre em contato com a LATITUD.
Método Latitud
O Método LAT 360° consolida o pioneirismo e as melhores práticas de execução de projetos. Nosso método adota uma visão 360º acomodando todos os esforços e os stakholders envolvidos no projeto garantindo previsibilidade, desempenho e controle rigoroso em todas as etapas do projeto.
Diagnóstico detalhado e projetos que mapeiam todo o escopo técnico, identificando caminhos críticos para uma execução assertiva sem retrabalho.
Alinhamento de equipes, validação de cronograma e definição dos canais de comunicação entre campo, apoio Latitud e cliente desde a mobilização.
Forte presença de liderança no campo com suporte do staff do Grupo Latitud para garantir que a execução aconteça de acordo com os planejamentos e custos previstos.
Acompanhamento contínuo das atividades, controle de qualidade e gestão de prazos para garantir aderência total ao escopo. Nesta etapa, utilizamos nossa ferramenta exclusiva de monitoramento em tempo real, o RDO Digital, permitindo que cliente e Latitud acompanhem juntos cada etapa do projeto.
Validação final dos serviços e entrega do DataBook, com todo o histórico e rastreabilidade da obra para gestão futura do ativo.
Perguntas frequentes
Do levantamento técnico ao laudo com ART, esclarecemos as principais dúvidas sobre pontos de ancoragem, linhas de vida e infraestrutura de acesso para trabalho em altura em ambiente industrial.
A ABNT NBR 16325 classifica os dispositivos de ancoragem em quatro tipos: Tipo A são pontos de ancoragem fixos (instalação permanente), Tipo B são pontos removíveis (instalação temporária), Tipo C são linhas de vida flexíveis em cabo de aço e Tipo D são linhas de vida rígidas em trilho metálico. A definição do tipo adequado depende da geometria do trajeto, número de usuários simultâneos, tipo de intervenção e frequência de uso.
Sim. A NR 35 estabelece que pontos de ancoragem e sistemas de linha de vida devem ser selecionados e instalados por profissional legalmente habilitado, com documentação técnica que comprove a adequação do sistema ao substrato e à atividade realizada. Em auditorias do MTE ou em investigação de acidente, a análise recai sobre o memorial de cálculo, o laudo técnico e a ART registrada. Sistemas sem essa documentação não atendem aos requisitos normativos vigentes.
O dimensionamento considera o substrato onde o ponto será instalado (concreto protendido, perfil metálico, treliça ou cobertura trapezoidal), as forças de arrancamento esperadas em uma queda de trabalho, os esforços dinâmicos e a capacidade de carga por ponto. O memorial de cálculo é elaborado pelo engenheiro responsável conforme NBR 16325 e é parte obrigatória da documentação técnica do sistema instalado.
Linha de vida em cabo de aço (Tipo C) é um sistema flexível com tensão de pré-estiramento, indicado para trajetos lineares em coberturas, passarelas e estruturas externas. Linha de vida em trilho metálico (Tipo D) é um sistema rígido, indicado quando é necessária menor flecha de queda, trajetos com mudanças de direção ou múltiplos usuários simultâneos. A escolha entre os dois depende da análise de risco e das variáveis técnicas do projeto.
Sim. O planejamento de instalação em coberturas de plantas em operação contínua considera a interferência zero nas operações industriais, com cronograma definido em conjunto com a equipe de manutenção do cliente. A equipe técnica própria executa a instalação em janelas operacionais acordadas, com acesso por corda quando necessário, sem bloqueio de corredores logísticos ou parada da linha de produção.
A NBR 16325 estabelece inspeção periódica com intervalo máximo de 12 meses, realizada por profissional habilitado, com laudo técnico individualizado por ponto e ART registrada. A inspeção cobre cada ponto de ancoragem e cada trecho de linha de vida, com verificação da integridade dos componentes, condições de fixação ao substrato e aderência às especificações do projeto original. O histórico de inspeções compõe o arquivo documental do sistema.
Engenharia de aplicação
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