Diagnóstico e Projetos Inteligentes
Diagnóstico detalhado e projetos que mapeiam todo o escopo técnico, identificando caminhos críticos para uma execução assertiva sem retrabalho.
Especificação técnica, preparação de superfície e aplicação de sistemas de pintura industrial em equipamentos e estruturas em ambiente elevado. Para acessos de alta criticidade, operamos com equipe certificada em acesso por cordas, NBR 15.595, NBR 15.475 e NR 35.
Nossa solução
Há mais de 12 anos no mercado, o Grupo Latitud consolida o Método LAT 360°, processo robusto que começa no diagnóstico de corrosividade atmosférica e na classificação do substrato. Atuamos desde correções pontuais em sistemas de pintura existentes a tratamentos anticorrosivos completos em torres, silos e estruturas de grande altura, com acesso por cordas para pontos de alta criticidade e flexibilidade de turnos para não interferir na produção.
Nossos serviços
Atuamos à partir do diagnóstico de campo e metodologia e análise crítica do ambiente. Confira todos os serviços:
Limpeza e preparo do substrato metálico conforme NBR ISO 8501-1, com grau de preparo definido em função da categoria de corrosividade do ambiente. Aplicável a estruturas e equipamentos com oxidação ativa (Rust Grade B, C ou D), projetos de retrofit com remoção de sistema existente, ou novas instalações que exigem grau mínimo de preparo Sa 2,5 para sistemas de categoria C3 ou superior. O grau de limpeza do substrato é determinado por inspeção visual comparativa segundo a ABNT NBR ISO 8501-1, com identificação do Rust Grade existente (A, B, C ou D) e definição do grau de preparo exigido pelo sistema de pintura especificado para a categoria de corrosividade do ambiente. Jateamento abrasivo seco (Sa) é aplicável a estruturas que permitem contenção de abrasivo e controle de resíduos. Hidrojateamento (WAB/UHPWJ) é utilizado quando há restrição ambiental ou necessidade de remoção seletiva do sistema existente sem risco de contaminação por abrasivos. Em ambos os métodos, a avaliação de rugosidade superficial complementa o grau de limpeza para garantir ancoragem mecânica adequada da primeira camada do sistema. Contextos de uso: estruturas com oxidação ativa, projetos de retrofit com remoção de sistema existente, novas instalações em ambientes de categoria C3 ou superior.
Classificação de Rust Grade por setor/trecho conforme NBR ISO 8501-1.
Sa 1, Sa 2, Sa 2,5 ou Sa 3, definido em função da categoria de corrosividade e sistema de pintura.
Registro fotográfico por setor antes e após preparo, com medição de rugosidade.
Abrasivo, consumo por m² e tempo de preparo por setor.
Responsabilidade técnica sobre a execução da preparação de superfície.
Definição do sistema de proteção, primer, intermediária e acabamento, com espessura de filme seco calibrada para a categoria de corrosividade e durabilidade esperada do contrato. Aplicável a estruturas metálicas industriais, equipamentos de processo, tubulações, suportes, coberturas e demais ativos em ambientes classificados como C2 a C5 ou CX. A ABNT NBR ISO 12944 organiza a especificação do sistema de proteção em função da categoria de corrosividade atmosférica do ambiente, de C1 (muito baixa) a C5 (muito alta) e CX (extrema, usualmente offshore ou industrial pesado). A norma define as combinações de primer, intermediária e acabamento com espessura de filme seco mínima para cada categoria e classe de durabilidade (L, M, H). A especificação é parte do memorial técnico entregue antes da execução, não um documento produzido após o serviço. Isso permite alinhamento com a engenharia de manutenção da planta, inclusão no processo de aprovação de CAPEX e rastreabilidade técnica do sistema ao longo da vida útil do ativo. A aplicação é realizada com controle de espessura de filme úmido (EFU) e filme seco (EFS) por camada, com registros por setor e relatório fotográfico de cada etapa de aplicação. Contextos de uso: nova aplicação em estruturas e equipamentos industriais, especificação técnica para processos de CAPEX, alinhamento com a engenharia de manutenção da planta.
Categoria de corrosividade, sistema multicamada, produtos, espessuras e durabilidade.
Consumo por camada, rendimento por m² e volume total por estrutura.
EFU e EFS por setor, por camada, com registro fotográfico.
Incluindo folha de segurança (FISPQ) para arquivo da planta.
Responsabilidade técnica sobre a especificação e execução do sistema.
Avaliação de falhas no sistema de pintura em operação conforme NBR ISO 4628, correção pontual ou total, e registro técnico do estado do ativo. Aplicável a estruturas e equipamentos com sistema de pintura em degradação, empolamento, enferrujamento ativo, fissuração ou desplacamento identificados em inspeção visual ou laudo. A ABNT NBR ISO 4628 define os critérios de avaliação de falhas em sistemas de proteção por pintura: empolamento (blistering), enferrujamento (rusting), fissuração (cracking), desplacamento (flaking/peeling) e presença de sujeira. Cada tipo de falha é quantificado por grau e intensidade, fornecendo base objetiva para a decisão técnica entre correção pontual, recuperação parcial ou refazimento integral do sistema. O diagnóstico inclui levantamento fotográfico georreferenciado por setor, classificação NBR ISO 4628 por tipo de falha, e recomendação técnica do tipo de intervenção, com especificação do grau de preparo de superfície necessário e do sistema de reforço ou substituição adequado para a categoria de corrosividade identificada. Contextos de uso: estruturas com sistema de pintura em degradação, planejamento de manutenção por ciclo de vida sem substituição integral, definição técnica entre correção pontual, recuperação parcial ou refazimento.
Classificação NBR ISO 4628 por tipo, grau e intensidade, por setor/estrutura.
Registro georreferenciado por ponto com identificação visual das falhas.
Tipo de preparo de superfície, sistema de reforço e produtos indicados.
EFS por camada, registro fotográfico antes, durante e após a intervenção.
Responsabilidade técnica sobre o diagnóstico e a execução da manutenção.
Execução por equipe certificada em acesso por cordas para torres, chaminés, silos, estruturas de grande vão, coberturas industriais com geometria complexa e equipamentos em cotas elevadas sem possibilidade de andaime convencional. Nossa equipe é habilitada conforme NBR 15.595 e NBR 15.475, com treinamento e certificação em NR 35, operando com gerenciamento de risco específico para serviços industriais em altura com acesso por corda. Essa capacidade permite executar preparação de superfície, aplicação de sistemas anticorrosivos e inspeção visual em pontos inacessíveis por meios convencionais, sem necessidade de mobilização de equipamentos especiais de grande porte ou parada da operação na maioria dos casos. Contextos de uso: torres, chaminés, silos, estruturas de grande vão, coberturas com geometria complexa, equipamentos em cotas elevadas onde o andaime é inviável ou economicamente proibitivo.
Análise de risco, pontos de ancoragem, método de movimentação vertical e horizontal específicos para o ponto.
Certificados NBR 15.595 e 15.475, treinamento NR 35 e registros de APR (Análise Preliminar de Risco).
Preparação de superfície e aplicação do sistema de pintura com controle de EFS, mesmo em cotas e geometrias complexas.
Por cota e por setor de trabalho, com identificação do ponto de acesso utilizado.
Cobrindo o serviço de acesso e a aplicação anticorrosiva.
Método de Trabalho
Cada projeto de tratamento anticorrosivo segue um processo estruturado em cinco etapas com responsabilidades e entregas definidas antes do início de qualquer execução em campo.
Reunião com Engenheiro de Manutenção e/ou SESMT para entendimento das condições operacionais, restrições de acesso e objetivos do projeto.
Levantamento técnico completo: inspeção visual, mapeamento das estruturas e planejamento da obra.
Memorial descritivo, quantitativo por m², especificações de materiais, plano de remoção quando aplicável e cronograma físico-financeiro alinhado à operação.
Mobilização e execução em campo por equipe especializada com supervisão in loco. Acompanhamento por RDO digital.
Entrega de toda a documentação técnica referente ao projeto executado (DataBook) com memorial de cálculo e ART.
NR's que Atendemos
Cada serviço que executamos é planejado e realizado em estrita observância às normas regulamentadoras e técnicas vigentes, garantindo segurança para os trabalhadores em campo, para as estruturas atendidas e para os gestores responsáveis por cada obra.
Obriga a elaboração do PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos), garantindo que cada intervenção no telhado tenha seus riscos antecipados e mitigados.
Define diretrizes de ordem administrativa e de planejamento para a implementação de medidas de controle e sistemas preventivos de segurança em canteiros e manutenções.
Especifica os requisitos e métodos de ensaio para dispositivos de ancoragem (como linhas de vida) destinados à proteção contra quedas em telhados.
Regulamenta o procedimento para execução de trabalhos em altura utilizando cordas para inspeções e limpezas em coberturas de difícil acesso.
Estabelece condições de segurança e resistência para guarda-corpos, essenciais para a proteção coletiva em perímetros de telhados e passarelas.
Norma internacional que atesta que a empresa segue processos globais para reduzir riscos no ambiente de trabalho e melhorar o bem-estar dos colaboradores.
Entre em contato com a LATITUD.
Método Latitud
O Método LAT 360° consolida o pioneirismo e as melhores práticas de execução de projetos. Nosso método adota uma visão 360º acomodando todos os esforços e os stakholders envolvidos no projeto garantindo previsibilidade, desempenho e controle rigoroso em todas as etapas do projeto.
Diagnóstico detalhado e projetos que mapeiam todo o escopo técnico, identificando caminhos críticos para uma execução assertiva sem retrabalho.
Alinhamento de equipes, validação de cronograma e definição dos canais de comunicação entre campo, apoio Latitud e cliente desde a mobilização.
Forte presença de liderança no campo com suporte do staff do Grupo Latitud para garantir que a execução aconteça de acordo com os planejamentos e custos previstos.
Acompanhamento contínuo das atividades, controle de qualidade e gestão de prazos para garantir aderência total ao escopo. Nesta etapa, utilizamos nossa ferramenta exclusiva de monitoramento em tempo real, o RDO Digital, permitindo que cliente e Latitud acompanhem juntos cada etapa do projeto.
Validação final dos serviços e entrega do DataBook, com todo o histórico e rastreabilidade da obra para gestão futura do ativo.
Perguntas frequentes
Do diagnóstico de corrosividade à aplicação do sistema com ART, esclarecemos as principais dúvidas técnicas sobre especificação, preparação de superfície e execução em ambiente industrial.
A categoria de corrosividade é determinada com base na ABNT NBR ISO 12944-2 e, para plantas brasileiras, complementada pela NBR 14643. A classificação considera o tipo de contaminante atmosférico predominante (SO, industrial, cloretos marítimos, compostos orgânicos), as condições de umidade relativa e temperatura do ambiente, e o tempo de umedecimento da superfície metálica. A avaliação pode ser feita por análise documental do histórico da planta, por medição de taxa de corrosão em corpo de prova exposto, ou por inspeção visual comparativa com o grau de degradação das estruturas já existentes. O laudo de diagnóstico documenta a metodologia e a classificação obtida.
O acesso por cordas é técnica e economicamente superior a andaimes convencionais em situações onde: (1) a geometria da estrutura ou equipamento não permite montagem de andaime estável — torres circulares, chaminés, silos cilíndricos, estruturas com balanços; (2) a altura envolvida torna o andaime muito caro por prazo ou por volume de material; (3) há restrição de área de base para montagem; (4) a operação da planta não pode ser interrompida e o andaime impactaria a circulação ou o processo. Nesses casos, a equipe de acesso por cordas é mobilizada com plano específico de segurança, habilitação documentada (NBR 15.595 / 15.475 / NR 35) e ART cobrindo o método de acesso. O custo total tende a ser significativamente menor em estruturas acima de 12-15 metros de altura ou com geometria irregular.
Os graus de preparo Sa definem o nível de limpeza do substrato após jateamento abrasivo. Sa 2 (limpeza total) remove escória de laminação, ferrugem e tinta solta, mas permite resíduos pontuais — aceito para sistemas de baixa exigência em ambientes C2 ou inferiores. Sa 2,5 (limpeza quase metálica) é o grau mais utilizado na indústria: remove virtualmente toda ferrugem e contaminação, com descoloração pontual permitida — exigido para a maioria dos sistemas de proteção em ambientes C3 a C5. Sa 3 (grau metálico branco) remove 100% de contaminação e fornece rugosidade uniforme — exigido em ambientes CX (extremos) ou quando o primer é de alta sensibilidade à contaminação, como primers de zinco rico em ambientes offshore. A especificação do grau de preparo correto faz parte do memorial técnico entregue antes da execução.
Sim. O laudo de diagnóstico de corrosão é estruturado para funcionar diretamente como insumo técnico de processo CAPEX. Ele entrega a classificação normativa do ambiente e do substrato, a especificação técnica do sistema de proteção recomendado (com produtos, grau de preparo e espessuras por camada), e o quantitativo estimado de materiais e serviços. Esse conjunto de documentos corresponde ao conteúdo técnico que normalmente compõe o caderno de encargos de uma concorrência de pintura industrial — e pode ser produzido antes da abertura do processo, reduzindo a assimetria técnica entre as propostas recebidas. O laudo é assinado por engenheiro com ART CREA/CFT.
Na maioria das intervenções, sim. O planejamento do cronograma de execução considera as janelas de manutenção disponíveis, as restrições de acesso em áreas operacionais e o nível de ruído e partícula tolerado durante os turnos de produção. Para jateamento abrasivo, são instaladas contenções e o setor é cordado durante a execução. Para aplicação por cordas em equipamentos ativos, o plano de acesso considera a segurança da operação e a distância mínima de superfícies em funcionamento. O alinhamento com a equipe de manutenção acontece na etapa de escopo, antes de qualquer execução — garantindo que o cronograma esteja compatível com a rotina operacional da planta.
Engenharia de aplicação
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